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Casa da Escrita

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Casa da Escrita
A Casa da Escrita é espaço de arquivo aberto, que permite aos frequentadores visitarem as rotas da criação da escrita através dos textos que se vão produzindo na própria Casa.

Descrição

A Casa da Escrita é espaço de arquivo aberto, que permite aos frequentadores visitarem as rotas da criação da escrita através dos textos que se vão produzindo na própria Casa. 
Em todos os seus espaços, evoca a cena da escrita e apela à experiência da produção de textos, através de adereços, instrumentos (penas e tinteiros, canetas, máquinas de dactilografia, computadores), quadros pictóricos ou fotografias.

A Casa da Escrita conta ainda com uma área de alojamento, que recebe periodicamente relevantes figuras da criação literária – sobretudo escritores estrangeiros, que participam em actividades na Casa e enriquecem o arquivo aberto com os textos aqui produzidos ou gerados. Mas nem só aí mora a escrita: todos os recantos e meios da Casa e do seu jardim destinam-se à relação operativa com a escrita por parte de quantos a ela se dirigirem e nela querem ler, pensar, dialogar e escrever (nos suportes informáticos ou nos tradicionais).

A produção de textos acontece ora através da presença e do testemunho de escritores convidados, ora através do visionamento comentado de filmes (documentais ou ficcionais).

A Casa promove ainda diversificadas oficinas de escrita e conta com inúmeras realizações, autónomas ou em parceria com outras entidades, como a Associação Portuguesa de Escritores, o Plano Nacional de Leitura, entre outros.

Na Casa da Escrita viveu a família do poeta e ensaísta João José Cochofel, que aqui desenvolveu o espírito de criação literária e de intervenção cívico-cultural de toda uma geração – a do Neo-Realismo nascente. 

Aqui, em torno de Cochofel, dos seus livros e das suas revistas, ouvindo música e discutindo artes e ideias, se congregavam Fernando Namora e Carlos de Oliveira, Joaquim Namorado e Arquimedes da Silva Santos, Fernando Lopes Graça e Mário Dionísio, José Gomes Ferreira e Rui Feijó, Luís de Albuquerque e Egídio Namorado, e ainda Afonso Duarte, e já Eduardo Lourenço.

Foi também aqui que cresceram as aspirações de um grupo e se geraram as primeiras obras individuais. Aqui nasceu o projecto colectivo do “Novo Cancioneiro” e da revista “Altitude”, tal como a  “Vértice”, que começou por ter nesta casa a sua Redacção.

Corresponde-lhe agora um projecto de múltipla motivação do conhecimento e da prática da escrita – um projecto que tem por horizonte a experiência da beleza da «escrita criativa» e da dignidade da «escrita funcional». 

Horário de funcionamento:
De 2ª a 6ª feira: 09h30 – 12h30 / 14h00 – 18h00